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TECNOLOGIA DE SORVETES

Por: Beatriz Miranda

Na Roma Antiga, o sorvete era privilégio dos mais afortunados, com o passar dos anos se popularizou, chegando ao Brasil em meados de 1834, e atualmente, é consumido por diferentes classes sociais e faixas etárias. Seja a base de leite ou água, picolé ou massa, frutas ou chocolate, o sorvete é refrescante e proporciona imensa sensação de prazer.

Esse docinho gelado faz parte de um mercado que está sempre em busca de novidades, seja quando o sorvete assume diferentes formas (casquinha de máquina, o famoso “creme, chocolate ou mista?”; picolés; massa convencional; e até mesmo, o sorvete na pedra, que começa a nos encher os olhos no modo como é preparado, isto é, em frente o cliente. É feito da seguinte forma: abre-se um pouco de massa em cima de uma pedra e se inicia uma deliciosa mistura de caldas, chocolates, frutas), seja quando ousam na mistura de ingredientes que originam o sorvete entregue ao consumidor (sabores inusitados, como aquele tal de Céu Azul que é unânime entre as crianças de zero a cem anos, ou aqueles estranhos quando se vê pela primeira vez, como queijo e bacalhau; massas com pedaços de frutas ou então com aquele mega pedaço de chocolate que é fantástico de morder; e principalmente, massas que tenham boa textura e ajudem a realçar ainda mais o sabor, o qual busca se aproxima sempre do real e deixar de lado o “artificial”), seja em combinações entre sorvete e acompanhamentos (como a casquinha feita com massa de churros, que te faz querer sair imediatamente de casa para experimentar). Nos últimos anos, devido ao aumento da preocupação com a saúde, e mesmo o crescente número de pessoas afetadas por doenças que impactam a alimentação diária, como Diabetes, nota-se o surgimento de opções Diet, Light e adição de ingredientes que proporcionam enriquecimento nutricional. Enfim, mercado vasto, que exige muito conhecimento técnico, já que a grande variedade impacta em diferentes ingredientes, os quais não podem alterar características básicas do sorvete, como por exemplo, textura macia após horas no congelador.

Mas há ainda muitas perguntas para serem respondidas sobre essa delícia: Será o sorvete esse mega vilão das dietas? Trará retorno nutricional após o consumo? Quais são as tendências desse mercado? Quais os principais ingredientes? Etapas de produção? Pontos da cadeia produtiva que podem impactar de forma negativa o produto final? Pois bem, todas essas questões e muitas outras serão respondidas no curso Tecnologia de Sorvetes, que te convida para viajar nesse mundo gelado, que ao mesmo tempo aquece nosso coração de tão gostoso.

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