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BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS

Por: Letícia Costa

Misturar bebidas energéticas com álcool é perigoso? Há diferença entre a quantidade de vitamina C no suco de caixinha e no suco in natura? O consumo de refrigerante diet pode levar a algum tipo de  doença? Isotônicos hidratam o corpo tanto quanto a água? Energéticos podem ser consumidos durante a prática de exercícios? Bebidas em pó são maléficas à saúde?

São muitas as questões que envolvem a indústria de bebidas não alcoólicas, todas elas fruto da falta de informação e do terrorismo nutricional diariamente propagados. Ainda assim, o setor apresenta-se em constante expansão. De acordo com o Euromonitor International (2018), em 2017 o Brasil ocupava a 7ª posição entre os países de maior consumo de bebida não alcoólica do mundo. Além disso, nas previsões disponíveis sobre o comportamento do mercado mundial de bebidas não alcoólicas (soft drinks) para os próximos anos, predominam boas perspectivas de expansão, com crescimento de até 3,7% até 2022. Embora a produção de refrigerantes destaque-se como o principal item desse setor (IBGE, 2018), e seu consumo tenha decaído em decorrência das novas tendências mundiais a bebidas com um apelo mais saudável, o setor de bebidas não alcoólicas vem se adaptando e conquistando cada vez mais consumidores com os famosos RTDs (Ready To Drink), chás, sucos naturais, águas flavorizadas, energéticos, águas de coco e bebidas lácteas.

Além de revelar os mitos e verdades que envolvem esse setor, no curso de Bebidas Não Alcoólicas da 38ª Semalim você aprenderá (e muito!) sobre os ingredientes obrigatórios e opcionais, processos e tecnologias de produção, envase, controle de qualidade, legislação e mercado com representantes das maiores indústrias nacionais e internacionais de bebidas não alcoólicas. Além de aulas teóricas e práticas, você também terá a oportunidade de aprofundar ainda mais os seus conhecimentos com uma visita técnica a uma indústria de grande porte desse setor, tão importante para a economia do Brasil e do mundo.

 

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